segunda-feira, 20 de maio de 2013

Visita a Mocidade Espírita Luis Sérgio



Na manhã desse último sábado, 18 de Maio, os jovens espíritas do Porto da Paz fizeram uma visita ao grupo Mocidade Espírita Luis Sérgio, da casa espírita Maria Dolores.

Foi uma manhã de muita felicidade e paz. Os jovens realizaram atividades e uma reflexão da vida com a leitura do texto "Eu aprendi", do escrito, William Shakespeare. 






O sorriso no rosto do próximo é o reflexo da sua alegria interior.


Eu aprendi ...
Que a melhor sala de aula do mundo está aos pés de uma pessoa mais velha;
Eu aprendi ...
Que quando você está amando dá na vista;
Eu aprendi ...
Que basta uma pessoa me dizer "Você faz meu dia" para que ele se ilumine;
Eu aprendi ...
Que ter uma criança adormecida em seus braços é um dos momentos mais pacíficos do mundo;
Eu aprendi ...
Que ser gentil é mais importante do que estar certo;
Eu aprendi ...
Que nunca se deve negar um presente a uma criança;
Eu aprendi ...
Que eu sempre posso orar por alguém, quando não tenho a força para ajudá-lo de alguma outra forma;
Eu aprendi ...
Que não importa quanta seriedade a vida exija de você, cada um de nós precisa de um amigo brincalhão para se divertir junto;
Eu aprendi ...
Que algumas vezes tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e de um coração para nos entender;
Eu aprendi ...
Que os passeios simples com meu pai, em volta do quarteirão nas noites de verão quando eu era criança, fizeram maravilhas por mim quando me tornei adulto;
Eu aprendi ...
Que a vida é como rolo de papel quanto mais perto do fim mais rápido acaba;
Eu aprendi ...
Que deveríamos ser gratos a Deus por não nos dar tudo que lhe pedimos;
Eu aprendi ...
Que dinheiro não compra "classe";
Eu aprendi ...
Que são os pequenos acontecimentos diários que tornam a vida espetacular;
Eu aprendi ...
Que debaixo da "casca grossa" existe uma pessoa que deseja ser apreciada e amada;
Eu aprendi ...
Que Deus não fez tudo num só dia. O que me faz pensar que eu possa?
Eu aprendi ...
Que ignorar o fato não os altera;
Eu aprendi ...
Que quando você planeja se nivelar a alguém, apenas está permitindo que essa pessoa continue a magoar;
Eu aprendi ...
Que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi ...
Que a maneira mais fácil para eu crescer como pessoa é me cercar de gente mais inteligente do que eu;
Eu aprendi ...
Que cada pessoa que a gente conhece deve ser saudada com um sorriso;
Eu aprendi ...
Que ninguém é perfeito, até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi ...
Que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi ...
Que as oportunidades nunca são perdidas.
Alguém vai aproveitar as que você perdeu;
Eu aprendi ...
Que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi ...
Que eu gostaria de ter dito a minha mãe que a amava, uma vez mais, antes dela morrer;
Eu aprendi ...
Que devemos ter sempre palavras doces e gentis, pois amanhã talvez tenhamos que engoli-las;
Eu aprendi ...
Que um sorriso é a maneira mais barata de melhorar sua aparência;
Eu aprendi ...
Que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi ...
Que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade é crescimento e ocorre quando você está escalando-a;
Eu aprendi ...
Que só se deve dar conselhos em duas ocasiões; quando é pedido ou caso de vida ou morte;
Eu aprendi ...
Que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.

(William Shakespeare) 

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Bate Papo com o Livro dos Espíritos - CAP. I - Deus



O Bate Papo com o L.E. é um quadro semanal que vem trazer algumas das perguntas contidas no Livro dos Espíritos. Com isso, temos a oportunidade de ler e reler um dos livros básicos da Doutrina Espírita.

Hoje iniciaremos com o LIVRO PRIMEIRO - AS CAUSAS PRIMÁRIAS, e o Capítulo I - Deus e O Infinito.









1. Que é Deus?
— Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. (1)

2. Que devemos entender por infinito?
— Aquilo que não tem começo nem fim; o desconhecido; todo o desconhecido é infinito. (2)

3. Poder-se-ia dizer que Deus é o infinito?
— Definição incompleta. Pobreza da linguagem dos homens, insuficiente para definir as coisas que estão além de suas inteligência.

comentário de Kardec: Deus é infinito nas suas perfeições, mas o finito é uma abstração; dizer que Deus é o infinito é tomar o atributo de uma coisa por ela mesma, definir uma coisa ainda não conhecida, por outra que também não o é.


(1) As frases em itálico que seguem às perguntas são as respostas dadas pelos Espíritos. Suprimimos as aspas, por considerá-las desnecessárias. As notas e explicações de Kardec, intercaladas no texto, são compostas com fonte e tamanho diferentes, de maneira que não há possibilidade de confusão. (N. do T.)
(2) Os Espíritos se referem ao Universo. Tudo quanto nele conhecemos tem começo e tem fim; tudo quanto não conhecemos se perde no infinito. Aplicação da expressão francesa: passer du connu a I’inconnu. (N. do T.)

sábado, 11 de maio de 2013

Quando Deus criou a mãe


Mãe...
Uma das formas mais sublime do amor divino e detentora da responsabilidade indispensável no processo reencarnatório.




Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação

Em quê, afinal de contas, ela era tão especial?

O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado.

Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado.

Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse.

Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.

Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola.

Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado.

Outro para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra.

O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora.

Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos.

De superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.

Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade.

Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.

Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.

Uma mulher de lábios ternos, que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas.

Lábios que soubessem falar de Deus, do Universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.

Uma mulher. Uma mãe.

Ser mãe é missão de graves responsabilidades e de subida honra. É gozar do privilégio de receber nos braços Espíritos do Senhor e conduzi-los ao bem.

Enquanto haja mães na Terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe, porque a mãe é a mão que conduz, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz.



Disponível no CD Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.



Felicidade

Começamos com a seguinte pergunta: Existe a felicidade? E quando pensamos se ela existe, normalmente trazemos uma outra: Eu sou feliz? Para a primeira podemos usar da teoria reversa com uma outra pergunta: Se a felicidade não existe, por que a procuramos incessantemente? Ora, se procuramos por algo, este algo deve existir... Para a segunda pergunta podemos usar uma variação, pequena, para começarmos de uma forma mais amena: Eu estou feliz? Podemos notar que esta traduz algo temporário e ser algo permanente. Nós estamos num mundo que não nos oferece a felicidade plena, portanto costumamos ter momentos de felicidade...
"A felicidade está onde nós a pomos; e nunca a pomos onde nós estamos" Procuramos a felicidade, normalmente, nas coisas exteriores, fora de nós mesmos, enquanto podemos encontrá-la, e até mesmo devemos, no nosso foro íntimo. A felicidade reside em nós mesmos e costumamos procurá-la fora... Seria esta uma inverdade?! Ou será que podemos admitir isto como um fato?!


O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - ALLAN KARDEC
CAPÍTULO V: BEM AVENTURADOS OS AFLITOS
ÍTEM 20 : A FELICIDADE NÃO É DESTE MUNDO

"Nem mesmo a fortuna, nem o poder, nem mesmo a juventude em flor, são condições essenciais da felicidade. Digo mais: nem mesmo a reunião dessas três condições, tão cobiçadas...", visto que dissabores, tribulações, dores e sofrimentos fazem parte da vida de todos os homens. Todos, de alguma maneira, sofrem nesta vida terrena, o que nos leva a concluir que, de fato a felicidade plena não existe na Terra, levando-nos à compreensão dela ser um mundo de expiações e de provas.
[...] O espiritismo, pelos seus princípios, mostra que a felicidade para a qual fomos criados não se encontra na obtenção ou no uso de coisas externas ao homem, como muita gente ainda hoje admite, sofrendo por obtê-la, chegando muitas vezes a perder-se em infrações graves, sem, contudo, alcançá-la.
          Felicidade é um estado interior, provocado por sentimentos e emoções que se originam na consciência do dever cumprido, do ter feito todo o bem que lhe foi possível, do não ter feito mal a ninguém e, quando isso ocorreu, houve a tentativa de corrigir e reparar a falta cometida.
         Felicidade está dentro de cada um, na maneira como valoriza seu viver na Terra, seus companheiros de jornada evolutiva e faz do seu viver um prazer.
       Essa felicidade é possível senti-la, aqui na Terra, mesmo não merecendo viver em mundos melhores, por necessitar ainda das experiências que só os mundos de expiações e provas podem oferecer, mesmo sofrendo tribulações e dificuldades.
      Demonstrando, o espiritismo, ser o próprio homem, pelas suas ações, causa do sofrimento na Terra, facilita um viver mais consciente das suas necessidades espirituais e de como satisfazê-las, sem provocar dores e sofrimentos em si e nos outros.
           Esforcemo-nos, pois, para vivermos o bem e um dia, a Terra será um mundo mais feliz , mais solidário, mais prazeroso. 


Para finalizar, algumas elucidações de grande relevância sobre a felicidade no Livro dos Espíritos.

920. O homem pode gozar na Terra uma felicidade completa?
      — Não, pois a vida lhe foi dada como prova ou expiação, mas dele depende abrandar os seus males e ser tão feliz, quanto se pode ser na Terra.

921. Concebe-se que o homem seja feliz na Terra quando a Humanidade estiver transformada, mas, enquanto isso não se verifica, pode cada um gozar de uma felicidade relativa?
      — O homem é, na maioria das vezes, o artífice de sua própria infelicidade. Praticando a lei de Deus, ele pode poupar-se a muitos males e gozar de uma felicidade tão grande quanto o comporta a sua existência num plano grosseiro.

922. A felicidade terrena é relativa à posição de cada um; o que é suficiente para a felicidade de um faz a desgraça de outro. Há, entretanto, uma medida comum de felicidade para todos os homens?
       — Para a vida material, a posse do necessário; para a vida moral, a consciência pura e a fé no futuro.



Campanha do Quilo

Os jovens espíritas do Porto da Paz realizaram na tarde deste sábado a Campanha do Quilo...e foi um SUCESSO!!!

Os quilos de alimentos doados pela comunidade ajudarão na cesta básica que o Centro Espírita Porto da Paz doa para as famílias carentes da nossa cidade. 

É isso ai galera, esperamos por você na próxima...


Campanha do Quilo - 11 de Maio de 2013


"Fora da CARIDADE não há salvação"

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Fundamental é ser feliz


“A felicidade é como um perfume....
quando você o passa nos outros,
fica um pouco do cheiro em suas mãos.”
(Autor desconhecido)



A aula da Juventude Espírita Porto da Paz desse sábado, 11 de Maio de 2013, será realizado por Vitor Hugo, com o tema: FELICIDADE!

Não percam...



sexta-feira, 26 de abril de 2013

Seja bem vindo!




É com enorme prazer e satisfação que o grupo de Jovens Espíritas do Porto da Paz lança esse veículo de comunicação com a finalidade de colaborar na divulgação da Doutrina Espírita, bem como, os trabalhos assistenciais realizados pelo Centro Espírita Porto da Paz.

Portanto, sejam bem vindos ao blog Revelação Espírita.


Boa navegação!